terça-feira, 23 de setembro de 2008

Começou a UEFA Champions League

Nos dias 16 e 17 de setembro começou o maior campeonato de futebol entre clubes da Europa. A UEFA Champions League 2008/2009 iniciou com algumas surpresas. A maior surpresa foi o empate do atual campeão Manchester United com o Villarreal, em 0x0.
Outros empates no mesmo placar foram entre: Werder Bremen e Anorthosis, Celtic e Aalborg BK.

A maior goleada ficou por conta do Chelsea, que confirmou o favoritismo e os investimentos, aplicando 4x0 no Bordeaux. Outra goleada e, também, surpresa, foi os 3x0 que o Atlético de Madrid fez contra o PSV da Holanda.

Além do Atlético de Madrid, outros times espanhóis confirmaram vitória. O Real Madrid venceu por 2x0 o BATE Borisov, o Barcelona venceu por 3x1 o Sporting de Portugal.

Já os clubes italianos tiveram uma regularidade, com o empate da Fiorentina com o Lyon em 2x2, a derrota do Roma para o clube romeno CFR em 2x1, e as vitórias da Internazionale contra o Panathinaikos em 2x0, e, principalmente, da Juventus, que retornou a Liga dos Campeões com vitória contra o Zenit por 1x0, após o drama vivido na Itália com a manipulação de resultados de jogos.

Os outros placares são: Basel 1x 2 Shakhtar Donetsk, Olympique de Marseille 1x2 Liverpool, FC Steaua Bucuresti 0x1 Bayern de München, Porto 3x1 Fenerbahçe, Dynamo Kyiv 1x1 Arsenal.

A competição poderá ter menos entusiasmo, pois o clube italiano Milan não conseguiu uma boa classificação na Série A TIM (campeonato italiano), ficando apenas classificado para participar da Taça UEFA, torneio importante, mas de menor prestígio.


Os jogos dos Grupos A, B, C e D aconteceram no dia 16 de setembro, os jogos dos demais grupos foram no dia 17. As próximas partidas estão marcadas para os dias 30 de setembro e 1 de outubro.

Grupo A: Chelsea, Bordeaux, Roma, CFR.
Grupo B: Panathinaikos, Internazionale, Werder Bremen, Anorthosis.
Grupo C: Basel, Shakhtar Donetsk, Barcelona, Sporting de Portugal.
Grupo D: PSV da Holanda, Atlético de Madrid, Olympique de Marseille, Liverpool.
Grupo E: Manchester United, Villarreal, Celtic, Aalborg BK.
Grupo F: FC Steaua Bucuresti, Bayern de München, Fiorentina, Lyon.
Grupo G: Porto, Fenerbahçe, Dynamo Kyiv, Arsenal. Grupo H: Juventus, Zenit, Real Madrid, BATE Borisov.

Fotos: UEFA.com

terça-feira, 16 de setembro de 2008

Fórmula 1, enfim diputada



Há muito não se via um campeonato mundial da Fórmula 1 assim tão disputado, ponto a ponto. A disputa do ano passado foi um ensaio para este ano. As mudanças elaboradas pela FIA estão surtindo efeito. E isso pôde ser comprovado, mais uma vez, com o Grande Prêmio da Itália.

No circuito de Monza, casa da equipe Ferrari rugiu mais alto o motor da anfitriã, não com equipe Ferrari, mas com a STR, a ex-equipe Minardi. Quem podia esperar?

Com um final de semana chuvoso, os treinos classificatórios reservaram uma surpresa. A pole position ficou com o francês Sebastian Vettel, o mais novo pole, aos 21 anos. Esperava-se uma disputa entre Felipe Massa e Lewis Hamilton.

Com problemas de pneus no treino classificatório, Lewis Hamilton largou apenas na décima quinta posição. Já Felipe Massa, com problemas de rendimento do carro por causa da temperatura ideal para os pneus, ficou apenas na sexta posição. Mas, Massa poderia contar com a ajuda do companheiro de equipe, Kimi Raikkonen, que com os mesmo problemas de Felipe, largou na frente de Hamilton.

A largada da corrida iniciou com o safety car, para segurança dos pilotos. As posições foram mantidas. A partir da volta 11, Lewis Hamilton começa a fazer uma corrida espetacular, com manobras arrojadas foi ultrapassando todos que estavam sua frente, chegando a ficar na segunda colocação, até ter que parar para abastecimento. Ele voltou em oitavo logo atrás Felipe, que precisou parar para abastecer pela segunda vez, permitindo a ultrapassagem de Hamilton. Contudo a sorte estava com Massa, pois parou de chover e Hamilton foi obrigado a passar nos boxes para colocar pneus intermediários. Felipe terminou na sexta posição, a frente de Hamilton.

Enquanto isso, o alemão Sebastian Vettel mantinha-se na primeira colocação, sem ser ameaçado por ninguém, tornou-se, também, o mais jovem piloto da história a vencer uma corrida na Fórmula 1.

Além de Sebastian Vettel, a FIA, também, teve um ótimo fim de semana, pois, aparentemente, as mudanças, que o órgão supremo do automobilismo, melhoram a Fórmula 1. Faltando apenas 4 corridas para o fim do campeonato, a disputa entre Hamilton e Massa fica na diferença de um ponto para o inglês. O próximo Grande Prêmio é o primeiro noturno, será na Malásia, e espera-se mais emoções.

Fotos: Globo.com

domingo, 14 de setembro de 2008

Seleção não joga bem em casa

As eliminatórias para a Copa do Mundo são sempre um martírio para a seleção masculina de futebol. Por que será? Considerado o país do futebol, e um dos maiores exportadores de jogadores do mundo, por que então a seleção não tem, o que deveria ser, os jogadores de qualidade.



Estrelas que ficam somente a brilhar na imaginação do público, que espera por uma boa apresentação dos astros, principalmente, quando a partida acontece nos gramados brasileiros. Uma grande platéia quer sempre o melhor ato.

Nós podemos acompanhar o mesmo filme na última partida do Brasil nas eliminatórias, que não foi diferente dos outros jogos da seleção em casa, um magro empate com a Bolívia, em 0x0, no dia 10 de setembro. O mais intrigante é que a partida aconteceu na quarta-feira após a goleada de três gols que o Brasil deu na seleção chilena, no estádio do bicampeonato mundial.

Como explicar essa irregularidade da seleção? O que se alegava antes era a falta de entrosamento, o pouco período de preparação para uma partida. Mas agora ocorrem duas partidas consecutivas, o que proporciona um tempo maior para os treinos. Mesmo assim, quando a seleção joga a segunda partida em casa, não mantêm a regularidade do jogo anterior.

Os torcedores, que foram ao Engenhão, pagaram um preço maior para assistir a falta de capacidade da seleção brasileira de marcar gols contra times que jogam na retranca, apesar de jogar com um time considerado ofensivo, com três atacantes.

Faltou a conclusão final, faltou o gol, o espetáculo que os torcedores esperavam ver. As manifestações com vaias e o coro de “Fora Dunga”, talvez, tenha sido pouca a cobrança da seleção que acostumou o público a querer sempre mais.


Fotos do Globo.com